O que eu vejo do lado de quem entrevista
Você não é o problema. O que trava você nunca foi capacidade técnica. Dev brasileiro raramente é reprovado por falta de técnica. É reprovado por coisas que ninguém avisa.
- ERR 01Seu perfil é decidido em segundos.O recrutador de fora procura por palavra-chave e lê a trajetória rápido. Perfil escrito em português, sem os sinais que ele busca, passa batido.
- ERR 02Você acerta a resposta e perde a vaga.Na entrevista técnica, quem avalia quer ouvir seu raciocínio em voz alta. Resposta certa em silêncio não basta. Sênior que fica quieto às vezes vai pior que júnior que narra.
- ERR 03Você conta tarefa. Ele quer ouvir impacto."Eu desenvolvi" não convence. O que convence é o valor que o seu trabalho gerou para o negócio.
- ERR 04Sem recorte para cada vaga.Sua história é a mesma, o recorte muda a cada vaga. É o que separa candidato preparado de candidato genérico.
- ERR 05Um deslize de comportamento elimina em silêncio.Falar mal do chefe anterior, minimizar a própria entrega ou soar inseguro sobre o próximo passo derruba mais gente na entrevista de RH do que qualquer limitação técnica.
E quase nunca é o inglês.
O mapa do primeiro contrato, visto de quem entrevista.
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O que as empresas de fora fazem com o seu perfil
Os caminhos (PJ direto, plataformas, consultoria, recrutador no LinkedIn) e os prós e contras de cada um. E como o recrutador filtra um perfil brasileiro em segundos.
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As 5 etapas do caminho, na ordem
Do ponto de partida a crescer no contrato. Cada etapa tem um motivo real de travar, e eu mostro onde ele aparece.
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A entrevista, de dentro
O que quem entrevista procura em cada fase, de RH à técnica. E por que a maioria é reprovada sem saber o motivo.
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O inglês da bolha de tecnologia
Você não precisa dominar o inglês inteiro. Precisa dominar o da bolha de tecnologia.
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A minha história, dos dois lados da mesa
200+ processos como candidato, um primeiro contrato sem inglês fluente, a demissão por "performance" e a virada. Hoje, do lado de quem entrevista.
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// quem não encaixa no perfil assiste igual e fica na base para o conteúdo preparatório.
"Participei de mais de 200 processos seletivos. Hoje eu estou do lado de quem entrevista dev brasileiro para empresa de fora."
Pietro Reis opera 6 clientes de fora ao mesmo tempo e hoje está do lado de quem entrevista dev brasileiro para empresa de fora. Ao longo dos últimos anos, foi candidato em 200+ processos seletivos e trabalhou para 20+ empresas internacionais. Mais de quinze pessoas já atravessaram com ele esse mesmo processo de internacionalização. Nenhuma delas fatura hoje menos de R$ 50 mil por mês. Fechou o primeiro contrato sem inglês fluente. Gravava as reuniões, extraía o áudio, gerava legenda e assistia tudo de novo para entender o que tinha sido combinado, e foi demitido dele por "performance", porque não entendia as regras não escritas do trabalho internacional. Reconstruiu o caminho. Hoje ele vê os dois lados da mesa, e é isso que mostra na aula.
// Contexto: 14% dos devs brasileiros trabalham para empresas de fora e quem trabalha para fora ganha, em média, 77% a mais do que quem trabalha só no Brasil (Pesquisa Código Fonte 2026, 17.046 devs). Os números do Pietro são dele.
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Vem ver o mapa. Ao vivo e gratuito. Dia 05/11 (quinta) às 12h.

